Os colaboradores do blog Agronomia em Geral! tem o prazer de anunciar o lançamento de uma série de artigos que, apesar de parecerem desconectados com a área agrícola de início, foram selecionados por sua discreta contribuição ao perfil do profissional agrônomo.
O primeiro artigo, lançado amanhã pela manhã numa cerimônia no CEGOE, prédio da UFRPE, terá como tema a mensuração da vulnerabilidade de bacias hidrográficas por meio de geoprocessamento, que combina tecnologias de sensoriamento remoto e ambiente digital GIS, possibilitando análise de dados geoespaciais com precisão e rapidez.
Para os interessados, a apresentação será feita no laboratório 03 do segundo andar do prédio CEGOE, localizado na parcela oposta à da reitoria na UFRPE. Aos participantes, será requerido um quilo de alimento para doação à instituições ligadas à Universidade.
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
terça-feira, 5 de agosto de 2014
Tecnologia Rural
Que a tecnologia já chegou ao campo não há dúvida, só resta saber como aproveitá-la para aumentar a produtividade e diminuir o custo no campo. O controle de produção e de qualidade é essencial para aproveitar todo o potencial da safra ou da criação. Saber exatamente quanto foi produzido e o peso do que entra e sai da propriedade elimina o desperdício de matéria prima, além de ajudar a controlar as finanças.
Desde o início da colonização, até os dias atuais, a agropecuária sempre teve um papel de destaque na economia brasileira, sendo que ela foi e ainda continua sendo de fundamental importância para a geração de riquezas e o aumento do bem-estar social.
Com a intensificação do crescimento dos setores industrial e de serviços, a partir dos anos 40, o modelo de produção agropecuária baseado no senso comum passa a ter dificuldades em atender às necessidades emergentes. Diante de tal questão, surge a necessidade de novas opções para a modernização da produção agropecuária. O caminho a ser seguido requer a utilização de um maior nível tecnológico na produção, ou seja, a utilização de insumos modernos e práticas adequadas ao cultivo.
A agricultura passa por uma fase em que é preciso uma grande reformulação das políticas agrárias governamentais e uma profunda modernização dos sistemas produtivos, com relação tanto às práticas agropecuárias aplicadas quanto à forma de gerência das atividades rurais. A modernização da agricultura foi marcada pela adoção de insumos mecânicos, químicos e biológicos, estimulada por incentivos governamentais e internacionais. A informática poderá auxiliar para facilitar a gerência dos novos sistemas produtivos que surgirão e para agilizar o processo decisório, permitindo um melhor planejamento das atividades agropecuárias, em busca da otimização da aplicação dos conceitos embutidos nesses sistemas. A tecnologia da informação vem se difundindo no meio rural, nos últimos anos, e verifica-se que ela pode contribuir positivamente nos aspectos econômicos e ambientais.
Desde o início da colonização, até os dias atuais, a agropecuária sempre teve um papel de destaque na economia brasileira, sendo que ela foi e ainda continua sendo de fundamental importância para a geração de riquezas e o aumento do bem-estar social.
Com a intensificação do crescimento dos setores industrial e de serviços, a partir dos anos 40, o modelo de produção agropecuária baseado no senso comum passa a ter dificuldades em atender às necessidades emergentes. Diante de tal questão, surge a necessidade de novas opções para a modernização da produção agropecuária. O caminho a ser seguido requer a utilização de um maior nível tecnológico na produção, ou seja, a utilização de insumos modernos e práticas adequadas ao cultivo.
A agricultura passa por uma fase em que é preciso uma grande reformulação das políticas agrárias governamentais e uma profunda modernização dos sistemas produtivos, com relação tanto às práticas agropecuárias aplicadas quanto à forma de gerência das atividades rurais. A modernização da agricultura foi marcada pela adoção de insumos mecânicos, químicos e biológicos, estimulada por incentivos governamentais e internacionais. A informática poderá auxiliar para facilitar a gerência dos novos sistemas produtivos que surgirão e para agilizar o processo decisório, permitindo um melhor planejamento das atividades agropecuárias, em busca da otimização da aplicação dos conceitos embutidos nesses sistemas. A tecnologia da informação vem se difundindo no meio rural, nos últimos anos, e verifica-se que ela pode contribuir positivamente nos aspectos econômicos e ambientais.
Agrometeorologia
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| Foto: http://www.cpamn.embrapa.br/soloaguaclima/EstruturaIrrigacao.php |
As condições meteorológicas constituem um dos principais fatores para o desenvolvimento e a produção agrícolas. Em consequência, a informação agro-meteorológica é de maior importância para o planeamento das atividades agrícolas e para a tomada de decisões por parte da comunidade ligada à agricultura.
É fundamental um agricultor ter ciência da meteorologia para desenvolver seu trabalho, a maioria dos ramos agronômicos adota técnicas agrometeorológicas na tomada de decisões, como: na economia e sociologia rural, logísticas de escoamento de safras, fito e entomologia, obras hidráulicas, irrigação e drenagem, pesquisa do sistema solo-água-planta, entre outros.
É fundamental um agricultor ter ciência da meteorologia para desenvolver seu trabalho, a maioria dos ramos agronômicos adota técnicas agrometeorológicas na tomada de decisões, como: na economia e sociologia rural, logísticas de escoamento de safras, fito e entomologia, obras hidráulicas, irrigação e drenagem, pesquisa do sistema solo-água-planta, entre outros.
As informações agrometeorológicas possibilitam ao agricultor ter toda as informações do clima e tempo, tendo toda a base para o desenvolvimento de um trabalho mais lucrativo, analisando toda as condições, fatores e problemas que possam atrapalhar e ajudar no trabalho agrícola.
quinta-feira, 31 de julho de 2014
Granulometria
A granulometria refere-se à textura do solo e é muito importante para determinar as quantidades de areia, silte e argila de um solo, permitindo classificar se o solo é arenoso, argiloso ou siltoso, de acordo com a distribuição dessas três partículas no solo.
Componentes do solo e suas características classificatórias de acordo com a escala de Atterberg:
- Areia: Grãos com diâmetro de 0,02 à 2,0 mm
- Silte: Grãos com diâmetro entre 0,2 e 0,002 mm
- Argila: Grãos com diâmetro menor que 0,002 mm
3 principais tipos de de solo:
- Solo arenoso: Solos em que predomina a areia, grãos grandes e visíveis a olho nú. Por serem grandes eles são poucos compactados e com grandes espaços entre si. A característica principa é a grande permeabilidade. Este tipo de solo não é recomendado para a agricultura.
- Solo argiloso: Os solos argilosos possuem grãos micróscópicos e a principal característica é a de reter água. Tem grande capacidade de compactação, diferente do solo arenoso. Essa característica de reter água é importante para a absorção das de água e nutrientes pelas raízes das plantas, mas também a compactação que ocorre naturalmente nesse tipo de solo é algo que deve ser acopanhado e deve ser feito a aração quando necessário.
- Solo Siltiloso: O silte está entre a areia e a argila, não tem tanta aglutinação quanto a argila, e são facilmente vítimas de erosão. Formam barros na chuva e muita poeira na seca. Solo que precisa de muito cuidado e manutenção.
Por: Erick Guilherme
quarta-feira, 30 de julho de 2014
O que é calagem?
Um dos problemas que ocorrem no solo e que é um fator crucial na produtividade de uma lavoura é a acidez do solo, quando este apresenta um Ph abaixo do ideal que é geralmente entre 5,8 e 6,0 a produção é afetada, as raízes das plantas têm seu desenvolvimento afetado e não são capazes de absorver corretamente os nutrientes. E como solução deste problema temos a calagem que é um método simples e bastante eficiente.
A calagem consiste na aplicação de calcário (CaCO3) no solo, onde na dissociação desse sal, o carbonato reagirá com os íons H+ do solo diminuindo a concetração de H+ e consequentemente elevando o Ph do solo diminuindo sua acidez.
É importante antes de utilizar esse método fazer uma análise laboratorial do solo que determinará o nível de Ph e a adubação mais adequada. Consulte um engenheiro agrônomo!
Abaixo segue um vídeo sobre calagem.
Por: Erick Guilherme
quinta-feira, 24 de julho de 2014
Nessa postagem,
abordaremos o tema: Agrotóxicos, que está dando o que falar na UFRPE. Pessoas
sem instrução ou habilitadas para a manipulação dentro da instituição estão
expostos a risco desconhecidos por eles. Em nota do dia 18 passado, a UFRPE
mostra que não segue todas as normas vigentes como ela diz:http://ufrpe.br/noticia_ver.php?idConteudo=14252
Segue abaixo Norma regulamentadora Nº 31 item 8, que fala de agrotóxicos.
Segue abaixo Norma regulamentadora Nº 31 item 8, que fala de agrotóxicos.
31.8 Agrotóxicos, Adjuvantes e Produtos Afins
31.8.1 Para fins desta norma são
considerados:
a) trabalhadores em exposição
direta, os que manipulam os agrotóxicos e produtos afins, em qualquer uma das
etapas de armazenamento, transporte, preparo, aplicação, descarte, e
descontaminação de equipamentos e vestimentas;
b) trabalhadores em exposição
indireta, os que não manipulam diretamente os agrotóxicos, adjuvantes e
produtos afins, mas circulam e desempenham sua atividade de trabalho em áreas
vizinhas aos locais onde se faz a manipulação dos agrotóxicos em qualquer uma
das etapas de armazenamento, transporte, preparo, aplicação e descarte, e
descontaminação de equipamentos e vestimentas, e ou ainda os que desempenham
atividades de trabalho em áreas recém tratadas.
31.8.2 É vedada a manipulação de
quaisquer agrotóxicos, adjuvantes e produtos afins que não estejam registrados
e autorizados pelos órgãos governamentais competentes.
31.8.3 É vedada a manipulação de
quaisquer agrotóxicos, adjuvantes e produtos afins por menores de dezoito anos,
maiores de sessenta anos e por gestantes.
31.8.3.1 O empregador rural ou
equiparado afastará a gestante das atividades com exposição direta ou indireta
a agrotóxicos imediatamente após ser informado da gestação.
31.8.4 É vedada a manipulação de
quaisquer agrotóxico, adjuvantes e produtos afins, nos ambientes de trabalho,
em desacordo com a receita e as indicações do rótulo e bula, previstos em
legislação vigente.
31.8.5 É vedado o trabalho em
áreas recém-tratadas, antes do término do intervalo de reentrada estabelecido
nos rótulos dos produtos, salvo com o uso de equipamento de proteção
recomendado.
31.8.6 É vedada a entrada e
permanência de qualquer pessoa na área a ser tratada durante a pulverização
aérea.
31.8.7 O empregador rural ou
equiparado deve fornecer instruções suficientes aos que manipulam agrotóxicos,
adjuvantes e afins, e aos que desenvolvam qualquer atividade em áreas onde
possa haver exposição direta ou indireta a esses produtos, garantindo os
requisitos de segurança previstos nesta norma.
31.8.8 O empregador rural ou
equiparado deve proporcionar capacitação sobre prevenção de acidentes com
agrotóxicos a todos os trabalhadores expostos diretamente.
31.8.8.1 A capacitação prevista
nesta norma deve ser proporcionada aos trabalhadores em exposição direta
mediante programa, com carga horária mínima de vinte horas, distribuídas em no
máximo oito horas diárias, durante o expediente normal de trabalho, com o
seguinte conteúdo mínimo:
a) conhecimento das formas de
exposição direta e indireta aos agrotóxicos;
b) conhecimento de sinais e
sintomas de intoxicação e medidas de primeiros socorros;
c) rotulagem e sinalização de
segurança;
d) medidas higiênicas durante e
após o trabalho;
e) uso de vestimentas e
equipamentos de proteção pessoal;
f) limpeza e manutenção das
roupas, vestimentas e equipamentos de proteção pessoal.
31.8.8.2 O programa de capacitação
deve ser desenvolvido a partir de materiais escritos ou audiovisuais e
apresentado em linguagem adequada aos trabalhadores e assegurada a atualização
de conhecimentos para os trabalhadores já capacitados.
31.8.8.3 São considerados válidos
os programas de capacitação desenvolvidos por órgãos e serviços oficiais de
extensão rural, instituições de ensino de nível médio e superior em ciências
agrárias e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - SENAR, entidades sindicais,
associações de produtores rurais, cooperativas de produção agropecuária ou
florestal e associações de profissionais, desde que obedecidos os critérios
estabelecidos por esta norma, garantindo-se a livre escolha de quaisquer destes
pelo empregador.
31.8.8.4 O empregador rural ou
equiparado deve complementar ou realizar novo programa quando comprovada a
insuficiência da capacitação proporcionada ao trabalhador.
31.8.9 O empregador rural ou
equiparado deve adotar, no mínimo, as seguintes medidas:
a) fornecer equipamentos de
proteção individual e vestimentas adequadas aos riscos, que não propiciem
desconforto térmico prejudicial ao trabalhador;
d) disponibilizar um local
adequado para a guarda da roupa de uso pessoal;
e) fornecer água, sabão e toalhas
para higiene pessoal;
f) garantir que nenhum dispositivo
de proteção ou vestimenta contaminada seja levado para fora do ambiente de
trabalho;
g) garantir que nenhum dispositivo
ou vestimenta de proteção seja reutilizado antes da devida descontaminação;
h) vedar o uso de roupas pessoais
quando da aplicação de agrotóxicos.
31.8.10 O empregador rural ou
equiparado deve disponibilizar a todos os trabalhadores informações sobre o uso
de agrotóxicos no estabelecimento, abordando os seguintes aspectos:
a) área tratada: descrição das
características gerais da área da localização, e do tipo de aplicação a ser
feita, incluindo o equipamento a ser utilizado;
b) nome comercial do produto
utilizado;
c) classificação toxicológica;
d) data e hora da aplicação;
e) intervalo de reentrada;
f) intervalo de segurança/período
de carência;
g) medidas de proteção necessárias
aos trabalhadores em exposição direta e indireta;
h) medidas a serem adotadas em
caso de intoxicação.
31.8.10.1 O empregador rural ou
equiparado deve sinalizar as áreas tratadas, informando o período de reentrada.
31.8.11 O trabalhador que
apresentar sintomas de intoxicação deve ser imediatamente afastado das
atividades e transportado para atendimento médico, juntamente com as
informações contidas nos rótulos e bulas dos agrotóxicos aos quais tenha sido
exposto.
31.8.12 Os equipamentos de
aplicação dos agrotóxicos, adjuvantes e produtos afins, devem ser:
a) mantidos em perfeito estado de
conservação e funcionamento;
b) inspecionados antes de cada
aplicação;
c) utilizados para a finalidade
indicada;
d) operados dentro dos limites,
especificações e orientações técnicas.
31.8.13 A conservação, manutenção,
limpeza e utilização dos equipamentos só poderão ser realizadas por pessoas
previamente treinadas e protegidas.
31.8.13.1 A limpeza dos
equipamentos será executada de forma a não contaminar poços, rios, córregos e
quaisquer outras coleções de água.
31.8.14 Os produtos devem ser
mantidos em suas embalagens originais, com seus rótulos e bulas.
31.8.15 É vedada a reutilização,
para qualquer fim, das embalagens vazias de agrotóxicos, adjuvantes e produtos
afins, cuja destinação final deve atender à legislação vigente.
31.8.16 É vedada a armazenagem de
agrotóxicos, adjuvantes e produtos afins a céu aberto.
31.8.17 As edificações destinadas
ao armazenamento de agrotóxicos, adjuvantes e produtos afins devem:
a) ter paredes e cobertura
resistentes;
b) ter acesso restrito aos
trabalhadores devidamente capacitados a manusear os referidos produtos;
c) possuir ventilação,
comunicando-se exclusivamente com o exterior e dotada de proteção que não
permita o acesso de animais;
d) ter afixadas placas ou cartazes
com símbolos de perigo
e) estar situadas a mais de trinta
metros das habitações e locais onde são conservados ou consumidos alimentos,
medicamentos ou outros materiais, e de fontes de água
f) possibilitar limpeza e
descontaminação.
31.8.18 O armazenamento deve
obedecer, as normas da legislação vigente, as especificações do fabricante
constantes dos rótulos e bulas, e as seguintes recomendações básicas:
a) as embalagens devem ser
colocadas sobre estrados, evitando contato com o piso, com as pilhas estáveis e
afastadas das paredes e do teto;
b) os produtos inflamáveis serão
mantidos em local ventilado, protegido contra centelhas e outras fontes de
combustão.
31.8.19 Os agrotóxicos, adjuvantes
e produtos afins devem ser transportados em recipientes rotulados, resistentes
e hermeticamente fechados.
31.8.19.1 É vedado transportar
agrotóxicos, adjuvantes e produtos afins, em um mesmo compartimento que
contenha alimentos, rações, forragens, utensílios de uso pessoal e doméstico.
31.8.19.2 Os veículos utilizados
para transporte de agrotóxicos, adjuvantes e produtos afins, devem ser
higienizados e desconta minado, sempre que forem destinados para outros fins.
31.8.19.3 É vedada a lavagem de
veículos transportadores de agrotóxicos em coleções de água.
31.8.19.4 É vedado transportar
simultaneamente trabalhadores e agrotóxicos, em veículos que não possuam
compartimentos estanques projetados para tal fim.
O cultivo Hidropônico e suas vantagens na produção de alimentos de qualidade.
Hidroponia é uma técnica de cultivo que não utiliza o solo como fonte de nutrientes, a planta fica presa em canaletas por onde passa uma solução, e através dessa solução a planta recebe os macro e micronutrientes necessários para o seu crescimento. Essa solução é chamada de solução nutritiva pois contém os nutrientes(sais dissolvidos em água) que a planta precisa.
As principais plantas cultivadas em hidroponia são alface, rúcula e morangueiro mas também podem ser encotrados culturas de salsa, repolho, melão, tomate, e na produção de mudas e forragens. Os sistemas hidroponicos podem ser com substrato ou sem substrato, quando for com substrato a solução é levada pelo método de gotejamento. Sistemas hidroponicos mais utilizados:
As principais plantas cultivadas em hidroponia são alface, rúcula e morangueiro mas também podem ser encotrados culturas de salsa, repolho, melão, tomate, e na produção de mudas e forragens. Os sistemas hidroponicos podem ser com substrato ou sem substrato, quando for com substrato a solução é levada pelo método de gotejamento. Sistemas hidroponicos mais utilizados:
O sistema hidroponico mais utiliazado é o NFT onde as plantas ficam numa canaleta por onde passa a solução nutritiva que é bombeada. A canaleta ou canal de cultura fica inclinada para haver vá passando e retorne para o reservatório de solução. A alface é a mais cultivada nesse sistema, mas podemos encontrar outras como rúcula, repolho, coentro, salsa, agrião, no geral plantas de pequeno porte.
Sistema NFT. Fonte da imagem: http://www.hydor.eng.br/
Os produtos obtidos na hidroponia são de melhor qualidade, aparência, possuem boa nutrição tudo essas características são graças à esse sistema de cultivo que permite que a planta possa estar constantemente nas condiçoes de nutrição ideais para seu desenvolvimento, com isso outra caracteristica importante é que o ciclo de uma planta em hidroponia é menor do que a do cultivo convencional.
Fonte da imagem: www.homemadehydroponic.net
domingo, 13 de julho de 2014
O que é AGRONOMIA?!
Agronomia é na prática a ciência que estuda o solo, planta, clima, e também como o próprio nome diz tem relação com o setor agropecuário. O agrônomo envolve-se em praticamente todas as etapas do agronegócio - do plantio ou da criação de rebanhos à comercialização da produção. Ele planeja, organiza e acompanha o preparo e o cultivo do solo, o combate a pragas e doenças, a colheita, o armazenamento e a distribuição da safra. Cuida da alimentação, da reprodução, da saúde e do abate de animais. Também gerencia a industrialização, o armazenamento e a comercialização de alimentos de origem animal e vegetal.
A agronomia também possui um grande destaque no setor econômico do país, pra se ter uma ideia em 2013 o PIB agricola chegou à R$ 1 trilhão, 23% do PIB brasileiro. O Brasil é o 1º produtor mundial de café, açúcar e laranja. Líder na exportação de açúcar e etanol e o 2º maior produtor mundial de soja.
por: Erick Guilherme.
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